segunda-feira, 11 de maio de 2009
Atuação de Maria Ribeiro recebe 10 no jornal O Globo
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quinta-feira, 30 de abril de 2009
Coletiva de Imprensa de "Poder Paralelo"
Para começar, as imagens da intérprete de Marília na coletiva de imprensa, que aconteceu no Recnov (complexo de estúdios da Record, no Rio de Janeiro), no dia 06 de abril.
Tuca Andrada e Maria Ribeiro (o casal Téo e Marília em "Poder Paralelo")Marcadores: Maria na mídia, Maria na TV, Poder Paralelo
quinta-feira, 12 de junho de 2008
'Até nosso primeiro beijo foi tímido', diz Caio Blat sobre Maria Ribeiro
Juntos há seis anos, casal posou para a edição de junho da revista "Trip" (e "TPM")
Caio Blat e Maria Ribeiro posaram para um ensaio de Dia dos Namorados para a edição de junho da revista "Trip". O casal foi fotografado no Rio de Janeiro por Felipe Hellmeister. Na a sessão, o ator fez algumas revelações. Disse, por exemplo, que ainda fica maravilhado só de olhar para a mulher se trocando. Caio conta que os dois se conheceram durante uma peça de teatro, mas o clima rolou bem mais tarde, quando ela, já separada do ator Paulo Betti, se mudou para São Paulo. “Fizemos tudo muito devagar e com cuidado para não magoar outras pessoas. Até nosso primeiro beijo foi tímido", lembra.fonte: Ego
As revistas "Trip" e "TPM" com Maria Ribeiro e Caio Blat estão nas bancas.
Confira!!
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terça-feira, 27 de maio de 2008
Famosos prestigiam estréia de Maria Ribeiro em 'Depois do Começo do Mundo' (by Ego)
Carolina Dieckmann, Tiago Worcmann, Maria Ribeiro e Caio Blat confraternizam após a estréia de "Depois do Começo do Mundo"Carolina Dieckmann também fez questão de prestigiar a amiga Maria Ribeiro. “Desde que ela começou a ensaiar esta peça, nós paramos de nos ver, pois ela sempre estava ensaiando. Quando Maria me ligou e falou da estréia, pensei: até que enfim agora vamos poder nos encontrar”, disse Carolina, que assistiu a peça acompanhada do marido, Tiago Worcmann .
Maria Paula, mesmo grávida de oito meses , também marcou presença. “Sou rata de Hamilton. É muita coincidência, porque da última vez em que assisti a um espetáculo dele, estava grávida de oito meses de Maria Luiza (3 anos), e hoje volto grávida de Tom.” Marcos Winter, Rodrigo Lombardi, Tereza Seiblitz também assistiram à peça.
fonte: Ego
data: 09.05.2008
Mais informações, clique aqui.
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Maria Ribeiro estréia no Rio (by Terra)
Depois do Começo do Mundo, de Hamilton Vaz Pereira, é uma comédia dramática que narra a trajetória de uma turma de bebês que se conhece no Berçário São José, em 1951.
- O casal Caio Blat e Maria Ribeiro troca carinhosTiago Worcmann;
- Grávida, Maria Paula confere a estréia da peça
Depois do Começo do Mundo;

- Marcos Winter conversa com o casal Christine Fernandes
e Floriano Peixoto antes da estréia de
Depois do Começo do Mundo;
- Tereza Seiblitz vai ao teatro.
Mais informações, clique aqui.
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terça-feira, 20 de maio de 2008
Amigos conferem estréia de Maria Ribeiro (by Babado)
No dia 8, Carolina Dieckmann e Thiago Worcman marcaram presença na apresentação da peça Depois do Começo do Mundo, no Teatro Laura Alvim, em Ipanema, no Rio. O casal foi prestigiar a peça de Maria Ribeiro, que na foto aparece ao lado de Caio Blatfonte: Babado
data: 09.05.2008
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Famosos prestigiam estréia de espetáculo, estrelado por Maria Ribeiro. Confira! (by Estrelando)
A estréia da peça Depois do Começo do Mundo atraiu muitos famosos no dia 8. Maria Ribeiro faz parte do elenco e, é claro, contou com a presença do maridão Caio Blat, o Afonso da novela global Ciranda de Pedra, na primeira noite do espetáculo.

Ísis Valverde, a Rakelli do folhetim global das sete, Beleza Pura, também não perdeu o evento ...
... Assim como Carolina Dieckmann, que atuará na próxima novela das sete da Globo, Três Irmãs. A loira contou com a companhia do marido, Tiago Worcman.


Maria Flor, que esteve em Casos e Acasos, da Globo, no dia 15 de maio, levou o namorado, Felipe Continentino.
Rodrigo Lombardi, o jornalista Ciro Feijó da última novela global das seis, Desejo Proibido, também estava acompanhado. Levou a esposa, Betty Baumgarten, para assistir à peça.
Christine Fernandes, que será Rita em A Favorita, próxima novela global das oito, estava ao lado do marido, Floriano Peixoto, e deu um abraço no amigo Marcos Winter, o Narciso de Duas Caras.
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quinta-feira, 15 de maio de 2008
Maria Ribeiro estréia peça no Rio de Janeiro (by Quem)
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sábado, 3 de maio de 2008
Maria Ribeiro não pensa em ter outro filho...
...por enquanto. A atriz é mãe de João, fruto de seu primeiro casamento com o também ator Paulo Betti. Em novembro passado, Maria oficializou a união com Caio Blat, mas garante que não quer engravidar: “Querer eu quero, mas não agora. No momento estou muito atarefada com a vida profissional. Vou fazer dois filmes este ano. Quem sabe mais para frente”.fonte: Portal Caras
data: 02.05.08
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terça-feira, 8 de abril de 2008
Maria Ribeiro fala de seus projetos no cinema no jornal O Globo
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quarta-feira, 2 de abril de 2008
Casamento de Fernando Torquato e Marina Morena
No dia 22 de março, Fernando Torquato e Marina Morena disseram “sim” e se casaram numa festa luxuosa no Museu de Arte Moderna, zona sul do Rio.

fonte: texto - O Fuxico
fotos 01 e 02 - O Fuxico; foto 03 - revista Caras
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sábado, 15 de março de 2008
Diversos estilos de Maria Ribeiro (by Caras)
Confira:

E você? O que acha do estilo de Maria?
fonte: revista Caras online
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quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008
(by Quem) "Tropa de Elite" leva Urso de Ouro no Festival de Berlim
Ao lado de parte do elenco - Wagner Moura, o protagonista, não estava presente -, José Padilha agradeceu o apoio de todos e a repercussão de seu filme em território brasileiro e aproveitou a oportunidade para defender o cinema nacional: 'Ganhar esse prêmio é uma vitória do cinema brasileiro por vários sentidos e motivos. Mas se não existisse o Cidade de Deus, o Tropa de Elite não existiria. É muito difícil comparar qualquer filme com o Cidade de Deus. O filme fez um sucesso incrível e provou que as pessoas pensam. Isso se repetiu no Tropa. A gente engajou o público com a emoção e fez também uma crítica social.'
COM A PALAVRA, AS ATRIZES
Para Maria Ribeiro, que acompanhou a trajetória de Tropa durante o festival alemão, o clima de comemoração continua: 'Receber o Urso de Ouro foi emocionante. Depois que a gente soube da vitória, saímos para jantar e estamos comemorando até agora'.
Fernanda Machado, por sua vez, defendeu a veia social da produção, fazendo coro a José Padilha contra o rótulo de fascista: 'O Tropa, mais que tudo, foi uma provocação no sentido social. Mostra e desmascara muita coisa. Eu mesmo me surpreendi. É um filme muito corajoso e provocativo'.
Por conta do prêmio, Tropa de Elite será relançado nos cinemas dia 22 no Rio, São Paulo e Brasília. O filme chegou às locadoras no dia 26 de fevereiro com uma tiragem inicial de 150 mil cópias.
fonte: revista Quem
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quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008
"Tropa" conquista Berlim (by IstoÉ Gente)
Dois dias depois de receber o Urso de Ouro, prêmio máximo do Festival de Berlim, o cineasta José Padilha exibia evidentes olheiras durante a coletiva na Paramount Pictures, no Rio, na segunda-feira 18. O cansaço estampado no rosto denunciava as comemorações desde a vitória do filme Tropa de Elite em um dos festivais mais importantes do mundo, além das longas horas de entrevistas e viagens enfrentadas pelo diretor.Apesar do cansaço, Padilha não deixou de esbanjar bom humor. “Essa estatueta está pesada, deve ser de ouro mesmo”, disse, enquanto posava para fotos ao lado do produtor Marcos Prado e de atores do filme como Maria Ribeiro, Fernanda Machado e Caio Junqueira. A atriz Fernanda de Freitas também entrou na brincadeira: “Me chama quando você for derreter o Urso.” Piadas à parte, o troféu já tem dono: “Gente, agora eu tenho que ir para casa para devolver o Urso para o meu filho brincar. Ele não gostou nada de eu tê-lo trazido para cá”, contou o diretor, cercado por seu elenco, com exceção do protagonista Wagner Moura. O ator não pôde festejar com os colegas porque estava em São Paulo ensaiando a peça Hamlet.
O diretor José Padilha (de camiseta branca, ao centro) reúne elenco para comemorar a conquista do prêmio: André Ramiro, Caio Junqueira, Fernanda Machado, Maria Ribeiro, Marcos Prado (produtor) e Fernanda de FreitasPolêmica

Não só no Brasil o longa-metragem foi alvo de polêmica. No Exterior, Tropa de Elite também foi cercado de burburinho. Na Europa e nos Estados Unidos houve críticas positivas, mas também negativas como as do jornal francês Le Monde e da revista americana Variety, que chegou a tachar a produção de fascista. Padilha abordou a questão com seriedade. “Vai no dicionário, lê o significado do termo fascismo, assiste ao filme e você vai ver que quem está dizendo isso está errado”, disse. Em seguida, foi irônico. “Liga para o Costa-Gavras e pergunta para ele se o filme é fascista”, disse, referindo- se ao cineasta grego e presidente do júri do festival alemão.
Padilha também lamentou o fato de ser sempre obrigado a falar sobre os temas polêmicos da produção. “O problema da violência urbana é um problema de violência urbana. Não é do filme Tropa de Elite”, afirmou.
“Cidade de Deus, Notícias de uma Guerra Particular, Carandiru, todos esses filmes são amigos do Brasil no sentido de que expõem problemas do País e pressionam a classe política a fazer alguma coisa”, completou. Sobrou pouco tempo para o cineasta falar de amenidades, como a surpresa em vencer o prêmio que em 1998 foi destinado a Central do Brasil, de Walter Salles. “Só de estar na competição já era maravilhoso. Fomos para Berlim sem nenhuma expectativa”, contou o diretor, que nas horas vagas aproveitou para tomar cerveja alemã e conhecer os museus locais. Ao fim da coletiva, Padilha foi cercado por repórteres afoitos por mais declarações, e gentilmente os dispensou. Ele queria finalmente ter seu mais que merecido descanso.
fonte: IstoÉ Gente
data: 19.02.2008
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segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008
Festival de Berlim consagra cinema brasileiro
O filme, baseado no livro Elite da Tropa, narra o cotidiano da Polícia Militar do Rio de Janeiro, especialmente o do grupo de elite da corporação, o Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), partindo da ótica de um dos policiais.
O longa parte dos preparativos para a visita que o papa João Paulo II faria ao Rio de Janeiro em 1997 e da "operação limpeza" implementada devido à intenção do pontífice de ficar, durante sua estadia, na casa do cardeal-arcebispo, perto do Morro do Turano.
Tropa de Elite é narrado por um dos policiais encarregados da missão, o capitão Nascimento, e mostra a entrada dos aspirantes Neto e Matias na corporação.
Apesar de ter provocado polêmica ao ser exibido em Berlim, o filme agradou ao júri, presidido pelo grego Constantin Costa-Gavras, e levou o máximo prêmio do festival.
Padilha disse no dia 12 que o sucesso do filme se deve em parte ao fato de que até agora "nenhum longa-metragem tinha falado da guerra das favelas do lado de dentro da corporação".
O diretor destacou que a novidade do filme não está somente na retratação dos policiais, mas sim na "demonstração de que não é uma guerra exclusiva" entre agentes e traficantes de drogas.
"Mostra também parte da culpa das classes média e alta, que consomem maconha e cocaína, financiando assim a guerra, mas que contam com dinheiro suficiente para subornar quem quer que seja para não serem presos", afirmou.
Antes de Tropa de Elite, o filme Central do Brasil havia sido premiado com o Urso de Ouro e o Urso de Prata de Melhor Atriz para Fernanda Montenegro, em 1998.
O documentário Standard Operating Procedure, de Errol Morris, ganhou o Urso de Prata, ou Grande Prêmio do Júri.
O filme, primeiro documentário em competição na história do Festival de Berlim, reconstrói, através das fotografias de torturas a presos iraquianos em Abu Ghraib e de testemunhos, o caso que escandalizou o mundo.
Apesar da tentativa de ser uma denúncia, o filme foi recebido pela crítica como um produto fracassado, dando mais atenção às declarações - e justificativas - dos soldados torturadores que às vítimas.
O Urso de Prata de Melhor Diretor foi para Paul Thomas Anderson - que ganhou o Urso de Ouro em 2000 por Magnólia -, por outro filme de claro conteúdo político, Sangue Negro.
O longa narra o nascimento da indústria do petróleo, em um capitalismo corrupto e corruptor, e se escora na ótima interpretação de Daniel Day-Lewis, que encarna a falta absoluta de escrúpulos.
O Urso de Prata de Melhor Atriz foi para Sally Hawkins, por Happy-Go-Lucky, de Mike Leigh. Ela interpreta uma jovem empenhada em propagar a felicidade como antídoto da amargura.
O prêmio de Melhor Ator foi para o iraniano Reza Najie, pela interpretação de um aflito pai de família no filme Avaze Gonjeshk-ha (The Song Of Sparrows), de Majid Majidi.
O filme mexicano Lake Tahoe, de Fernando Eimbcke, ganhou o prêmio Alfred Bauer, em memória do fundador da Festival de Berlim e em reconhecimento às novas perspectivas do cinema.
O longa narra a história de um rapaz de 16 anos que percorre a cidade tentando trocar um automóvel enquanto tenta superar a dor pela morte de seu pai.
O Festival de Berlim deste ano, considerado o mais popular e acirrado de sua história, chega ao fim com o reconhecimento ao cinema brasileiro.
O curta Café com Leite, de Daniel Ribeiro, já havia recebido o prêmio Geração 14plus, uma das seções do festival, e o curta Tá, de Felipe Sholl, recebeu um dos prêmios Teddy, concedidos às melhores produções de temática homo.
fonte: Terra
Veja também no Terra:
* "Esse prêmio é de todo mundo", diz diretor de 'Tropa de Elite'
* Padilha diz que prêmio é vitória para diretores "comprometidos"
* Prêmio a 'Tropa de Elite' é visto como desforra após críticas
* 'Tropa de Elite' garante tradição de premiações em Berlim
* "'Tropa de Elite' tem qualidades extraordinárias", diz Lula
* Premiação de 'Tropa' é destaque na imprensa internacional
fonte: O Dia Online
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sábado, 16 de fevereiro de 2008
'Tropa de Elite' ganha Urso de Ouro em Berlim
Filme de José Padilha ganhou prêmio máximo no festival de cinema

O diretor norte-americano Paul Thomas Anderson foi premiado com o Urso de Prata de melhor diretor, por "Sangue negro" - filme com oito indicações para o Oscar (assista ao trailer mais abaixo). Ao receber o prêmio, Anderson agradeceu ao ator Daniel Day-Lewis que, segundo ele, "faz com que qualquer diretor pareça um bom diretor".
É o primeiro prêmio de grande relevância que "Tropa de Elite" recebe em sua carreira cinematográfica. O filme, que perdeu a indicação brasileira ao Oscar para "O ano em que meus pais saíram de férias", não despontou como favorito no dia de sua exibição - houve problemas na tradução das expressões que marcaram o filme. A platéia do festival não demonstrou empolgação e poucos textos favoráveis surgiram na imprensa. A publicação "Variety" fez uma crítica dura ao filme. Próximo do anúncio dos vencedores, no entanto, "Tropa de elite" começou a ser lembrado em listas de possíveis candidatos ao Urso de Ouro.
Duas horas antes do anúncio da premiação, o diretor José Padilha havia dito que tinha "expectativa zero" sobre o Urso de Ouro. Ao receber o prêmio, ele se mostrou bastante emocionado e agradeceu ao presidente do júri do Festival de Berlim, o diretor grego Costa-Gavras. "É difícil expressar sentimentos em qualquer língua. Costa-Gavras é um herói para todos na América Latina, por todos os filmes que já fez."
Sobre as críticas de que o filme veicula idéias de extrema-direita, ele afirmou que foi "mal-interpretado": “Eu queria explicar como o estado corrompe os policiais e os incita à violência”.
A vitória acontece exatamente dez anos depois que o brasileiro "Central do Brasil", de Walter Salles, também ganhou o Urso de Ouro em Berlim e Fernanda Montenegro, o Urso de Prata de melhor atriz.
"Tropa de Elite", dirigido por José Padilha (que tem no currículo o documentário premiado "Ônibus 174") e estrelado por Wagner Moura, André Ramiro e Caio Junqueira, entre outros, conseguiu notoriedade ao se tornar um sucesso inicialmente no mercado pirata de DVDs. Estima-se que mais de 10 milhões de pessoas tenham assistido à versão não-oficial da produção. Nos cinemas, a produção já ultrapassou os 2 milhões de espectadores.
Apesar de ter sido chamado de "fascista" e de glorificar a tortura por parte de críticos e de entidades como o grupo Tortura Nunca Mais, "Tropa de Elite" conquistou o seu prêmio em Berlim muito por conta do presidente do júri, Costa Gavras, um cineasta conhecido por abordar temáticas políticas e engajadas, como "Missing - Desaparecido", sobre vítimas da ditadura de Augusto Pinochet no Chile.
O Brasil também foi premiado outras quatro vezes na Berlinale. "Café com leite", de Daniel Ribeiro, foi melhor curta-metragem da Mostra Geração, focada em produções com crianças ou adolescentes como personagens principais. Já o curta-metragem "Tá", de Felipe Sholl, recebeu o Teddy Award, dedicado a filmes com temáticas do universo gay. "Mutum", de Sandra Kogut, recebeu menção especial do júri.
...
A 58º edição do Festival de Cinema Berlim recebeu críticas severas, como a ausência de novos talentos e a presença de cineastas consagrados sem inspiração. A mostra oficial, que teve pela sétima vez Dieter Kosslick como diretor artístico, decepcionou a maior parte da crítica.
fonte: Globo.com
Imprensa internacional destaca prêmio de 'Tropa de Elite'
A premiação de “Tropa de Elite” como melhor filme no Festival de Berlim repercutiu na imprensa internacional.O jornal espanhol “El País” destacou, em sua página na internet, o prêmio Urso de Ouro para o longa brasileiro.
“O filme de Padilha é um retrato da corrupção e da violência policial nas favelas do Rio de Janeiro, centrada em um grupo especial de elite que participa de uma operação limpeza para a visita do Papa João Paulo II, em 1997”, definiu o “El País”, que colocou uma foto do diretor, José Padilha, com o troféu.
É o primeiro prêmio de grande relevância que "Tropa de Elite" recebe em sua carreira cinematográfica. O filme, que perdeu a indicação brasileira ao Oscar para "O ano em que meus pais saíram de férias", não despontou como favorito no dia de sua exibição - houve problemas na tradução das expressões que marcaram o filme.
A premiação também é anunciada na página do francês “Le Monde”, do alemão “Spiegel” e do jornal italiano “Corriere Della Serra”. “O filme conta a influência do tráfico em uma favela do país e de um grupo especial corrupto”, define o "Corriere Della Serra".
fonte: Globo.com
'A equipe não esperava', diz co-roteirista de 'Tropa de Elite' sobre prêmio
Filme ganhou o Urso de Ouro como melhor filme no Festival de Berlim.
Rodrigo Pimentel disse que filme estréia nos EUA no fim de março.
“Eu vou confessar que a equipe não esperava essa premiação, em função da reação do público. Mas estão todos felizes, comemorando demais, ligando para toda a equipe do Brasil, ”, disse, em entrevista à GloboNews.
Pimentel acrescentou que o "Urso de Ouro" é uma conquista também dos brasileiros. "Eu fiquei surpreso. A primeira reação do público me deixou preocupado. O público europeu é mais sensível à questão da violência, o filme de fato é violento, mas eu estou muito feliz, é uma conquista pra todos nós, para todos os brasileiros"
O ex-capitão do Bope afirmou que havia uma preocupação de que o filme fosse prejudicado pela projeção, que teve legendas em alemão e foi narrado em inglês, francês e espanhol por meio de fones de tradução simultânea.
“Essa era nossa preocupação, que isso tivesse afetado a escolha, mas pelo visto não atrapalhou. O filme foi mais forte que a própria tradução, as imagens, mais chocantes. Acho que foi isso que determinou”, disse.
Pimentel também é co-autor do livro “Elite da tropa”, que deu origem ao longa.
Segundo Pimentel, “Tropa de Elite” deve estrear nos Estados Unidos, em circuito comercial, entre o final de março e o início de abril.
“Ele começa com um número razoável de cópias e saindo do circuito cult, vai para o circuito comercial. A gente espera que o filme seja visto no exterior como um filme comercial, não em salas especializadas para cinéfilos. A gente espera que o filme ganhe o mundo, esse é o nosso desejo hoje”.
fonte: Globo.com
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quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008
Elenco lança 'Tropa de Elite' em Berlim
A produção chegou ao festival envolvida na polêmica de até que ponto o filme justifica a brutalidade policial na luta contra as facções de traficantes que controlam as favelas do Rio de Janeiro.
Tropa de Elite começa com os preparativos para a visita que o papa João Paulo II faria ao Rio de Janeiro em 1997, e a "operação limpeza" implementada devido à intenção do pontífice de ficar, durante sua estadia, na casa do cardeal-arcebispo, perto do Morro do Turano.
A câmera de Padilha se transforma na sombra dos oficiais encarregados da missão, que fazem parte do Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE) do Rio de Janeiro, e especificamente de três de seus personagens - o capitão Nascimento e os aspirantes Neto e Matias.
A partir desta perspectiva, narra tanto a batalha contra os grupos fortemente armados que controlam as favelas do estado como contra a própria corrupção policial. "No Brasil, temos uma Polícia corrupta, que mata e extorque e a qual o povo odeia", disse o diretor, deixando claro seu distanciamento em relação a uma corporação que entra nas comunidades sob o lema "atirar primeiro para perguntar depois".
"Só no Rio, em um ano, houve mais mortos por violência policial que na última Intifada", ressaltou. Mais dados: nos Estados Unidos cerca de 200 pessoas morrem por ano por causa da violência policial, enquanto no Rio o número sobe para 1,2 mil.
Isso não quer dizer, no entanto, "que as facções que controlam as favelas não sejam tão ou mais brutais, independentemente de que entendamos o porquê de essa violência se originar, e que dentro das favelas mesmo as ONG precisem pactuar com eles (os traficantes)".
É um círculo vicioso, disse Padilha, no qual a brutalidade dos grupos e a corrupção policial se alimentam mutuamente e no qual um idealista que deseje mudar a sociedade, como o aspirante Matias, se depare com um sistema que gera e multiplica violência.
Os propósitos de denúncia do diretor ficaram claros, mas não os resultados. Tropa de Elite é um filme que, antes de chegar às salas de cinema do Brasil, já havia sido visto por 11,5 milhões de brasileiros, devido a uma extraordinária disseminação de cópias piratas.
"É um fato sem precedentes, que prejudica a produção, mas que ilustra até que ponto havia sede por vê-la", disse o diretor. Padilha também é autor do documentário Ônibus 174, sobre a história real do seqüestro de um ônibus no Rio de Janeiro, contada de uma perspectiva diferente, procurando evidenciar o contexto que levou o jovem seqüestrador a cometer o crime.
De acordo com o cineasta, Tropa de Elite pretende, sobretudo, "convidar" à reflexão sobre esse círculo vicioso.
O resultado, no entanto, é um filme magistralmente filmado, com um certo pulso de documentário, que deixa no ar a sensação de que as ações dos agentes do BOPE se justificam, exaltando, algumas vezes, a violência policial.
A imersão de Padilha nas favelas foi dividida no festival com uma temática bem distinta: a feita por Doris Dörrie sobre uma família tipicamente alemã em Kirschblüten ¿ Hanami, primeiro representante da Alemanha na mostra.
Se Tropa de Elite deixa o espectador mergulhado por imagens e eventos, Dörrie faz com que o público entre em um mundo onde o tempo passa no ritmo em que as cerejeiras florescem.
fonte: Terra
Elenco lança 'Tropa de Elite' em Berlim

Ao desembarcar, os três se dirigiram à sala oficial do festival, no centro de Berlim, onde apresentaram o longa-metragem para jornalistas de diversos países e responderam perguntas que não só tinham relação com o trabalho na produção como também com a realidade social no Brasil.
Tropa de Elite concorre ao Urso de Ouro na mostra competitiva ao lado de filmes como Lake Tahoe, do mexicano Fernando Eimbcke, que foi elogiado durante sua exibição neste domingo. A primeira sessão da produção brasileira é no Berlinale Palast, sede do evento, às 16h.
No último final de semana, Tropa de Elite foi anunciado nos jornais internacionais como um novo Cidade de Deus. José Padilha chegou a ser citado pela Screen Magazine como o 'dono de um fenômeno cinematográfico'.
Além de Tropa de Elite, o Festival de Berlim exibe mais dois filmes da mostra competitiva ainda nesta segunda-feira: o alemão Kirschblüten ¿Hanami, de Doris Dörrie e o chinês Man Jeuk, de Johnnie To.
O anúncio dos prêmios oficiais acontece no próximo sábado, junto com uma cerimônia formal. Tropa de Elite discute a legalização das drogas por meio da história de um capitão do Bope (Batalhão de Operações Policiais Especiais) que busca um substituto para combater o tráfico nas favelas do Rio de Janeiro.
fonte: Terra
Critica se divide após sessão de 'Tropa de Elite' em Berlim
Estréia desta segunda-feira no Festival de Berlim, o filme Tropa de Elite dividiu a opinião da critica em uma sessão turbulenta, com atrasos na tradução simultânea feito para jornalistas que falavam inglês. Para a revista Variety, por exemplo, a produção é fascista por tentar promover a violência. A Screen Daily, porém, ressaltou que o filme é bem executado, energético e "assistível".
Na sessão internacional, a comparação com Cidade de Deus foi inevitável. Muitos críticos acusam a câmera de Padilha, que age rápida e persegue os personagens por toda a trama, de ser cópia da técnica já mostrado à exaustão no filme de Fernando Meirelles.
Apesar da comentada sessão, grande parte dos especialistas ainda não se manifestaram a respeito do filme. O que se sabe até o momento, é que na exibição para os jornalistas ninguém aplaudiu o longa-metragem, o que pode ter sido graças ao final da película, considerado "chocante" por muitos.
A sessão oficial, porém, recebeu Tropa de Elite com aplausos e gritos na exibição dos créditos.
Ao se reunir com os jornalistas na manhã desta segunda-feira, o diretor voltou a comentar a legalização das drogas, apontando-a como causa da violência nas favelas.
Tropa de Elite é um dos 21 filmes que concorrem ao Urso de Ouro em Berlim.
fonte: Terra
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terça-feira, 5 de fevereiro de 2008
Túnel do Tempo: Maria Ribeiro no portal Terra, em 2005
Em 2005, Maria Ribeiro brilhava na pele de Malvina, personagem do remake de "A Escrava Isaura". Destaque na trama da Record, ela concedeu a entrevista a seguir ao portal Terra, que a publicou no dia 20 de março daquele ano:Depois de participar da malfadada Metamorphoses, produzida pela Casablanca, Maria emendou A Escrava Isaura e, agora, só quer saber de curtir o filho. Mesmo assim, não esconde a satisfação com a retomada da produção de teledramaturgia na emissora. "Estamos participando de um momento histórico na tevê brasileira. Acho que só Pantanal teve um papel tão importante recentemente", empolga-se.
A condução que o autor Tiago Santiago deu a sua Malvina tem grande dose de responsabilidade sobre a alegria da atriz, que se inspirou na mãe e nas avós para compor a personagem. "Era uma época em que as mulheres eram criadas para casar e ter filhos", justifica Maria. Mas a reação de Malvina às atitudes do marido, o doentio Leôncio, vivido por Leopoldo Pacheco, pegou a atriz de surpresa. "O mais incrível é que, apesar de tudo, ela gosta muito dele e sofre quando ele se dá mal", ressalta.
Nome: Maria do Amaral Ribeiro.Nascimento: Em 09/11/1975, no Rio de Janeiro.
Primeira aparição na tevê: "Foi num episódio do Você Decide, quando eu tinha uns 18 anos".
Momento marcante: "Todos os trabalhos que fiz com Domingos Oliveira no teatro".
Atuação inesquecível: Andréa Beltrão no espetáculo A Prova, de David Auburn.
Ao que gosta de assistir na tevê: Novelas. "Quando a novela é boa, me pega mesmo".
Ao que não assiste: "Programas de fofocas que passam à tarde. Acho um nojo".
O que gostaria que fosse reprisado: A novela Vereda Tropical, de 1984.
O que falta na tevê: "Sotaque. As produções deveriam vir de todas as partes do país, não só do Rio e de São Paulo".
Ator: Leopoldo Pacheco.
Atriz: Ana Lúcia Torre.
Com quem gostaria de contracenar: Daniel Oliveira.
Personagem dos sonhos: "Qualquer um do Nelson Rodrigues".
Mania: "Carregar muita coisa na bolsa".
Qualidade: Sinceridade.
Defeito: Ansiedade.
Vexame: "Li uma daquelas notas no jornal que dizem: 'Atriz loura namora ator da novela tal'. Tirei minhas conclusões e comentei com uma amiga: 'Não sei como fulana pode namorar aquele cara'. Só que a tal loura era ela própria".
Projeto para o futuro: "Ter mais dois filhos".
fonte: Terra data: 20.03.2005
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